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Acipe entrega a Promotoria manifesto as obras da ponte Maurício Joppert

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A entrega do manifesto a auxiliar de promotoria Maísa dos Santos Costa foi ontem no Fórum de Epitácio. A entrega foi feita pelo presidente da Acipe Lourival Magalhães, acompanhado pelo advogado Marcio Ferreira.

Por Dayane Thomazini

A Acipe – Associação Comercial e Industrial de Presidente Epitácio, entregou ontem, para a oficial de Promotoria de Justiça, Comarca de Presidente Epitácio, Maísa dos Santos Costa, um manifesto no qual pede providências no sentido de agilizar o andamento nas obras de melhorias da ponte professor Maurício Joppert da Silva.

O documento, elaborado pela Acipe, aponta uma séria de problemas ocasionados pela reforma da ponte, sendo o mais grave os métodos adotados para realizar a travessia. O manifesto informa que para percorrer o trajeto demora-se cerca de uma hora, resultando numa redução acentuada e crescente no fluxo de consumidores que habitualmente procuram Presidente Epitácio para realizar suas compras e/ou utilizar serviços prestados pelos estabelecimentos comerciais. Este tempo de espera tem afugentado os consumidores do estado vizinho, resultando em irreparáveis danos à economia municipal.

De acordo com o documento, este impasse cria um ambiente de insegurança econômico que, quase sempre, pode resultar em problemas, como a queda da atividade produtiva e a geração de postos de trabalho e renda.

Ainda de acordo com o manifesto, alguns especialistas opinam que, para a solução do problema, além da necessidade da aplicação de maior volume de mão de obra na empreitada, a dinâmica na execução da obra poderia ser melhorada; por exemplo, modificando-se a logística utilizada, partindo-se dos extremos para encerrá-la no meio, o que aceleraria o método “para e siga” ora adotado no fluxo de veículos que se utilizam da travessia. Isso por que, a medida reduziria o trecho impedido e seria possível o fluxo nos dois sentidos com o desvio apenas na parte onde se estivesse realizando obras.

Além disso, há que se considerar os danos ambientais periféricos causados pelas circunstâncias da obra, pelo descarte de todo tipo de lixo e detritos que se tem lançado no entorno da ponte e também no lago, pelos usuários da via, em função da prolongada permanência em espera no local, comprometendo as condições de sustentabilidade da grande alavanca da economia que é o turismo.

Para o presidente da Acipe, Lourival Mendes Magalhães a realização da obra em andamento na ponte é significativa e pertinente para o futuro da região, estado e nação, porém, também, é necessário que ela não seja causadora de prejuízo aos cidadãos consumidores e às empresas comerciais, de serviços, de transportes, entre outras. “Pontes são feitas para reduzir e agilizar caminhos, notadamente aqueles que levem o progresso e o desenvolvimento às comunidades, como a nossa Estância Turística de Presidente Epitácio”, explica.

O manifesto entregue pela Acipe foi encaminhado ao 1º Promotor de Justiça, Dr. Amélio Pasini Junior, que avaliará o documento e provavelmente determinará medidas pertinentes.


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